31 Julho 2005
“Jogos Mortais”
Há casos em que um filme não pode ser descrito em sinopses. Não se trata meramente de estragá-lo ou de ter sido ele um filme especial ou magnífico. Por vezes apenas foi uma indicação de alguém especial, o que faz dele um filme épico… nem sempre há palavras para descrever um filme - as vezes a palavra simplesmente falta e tudo que se pode fazer é um texto hermético e bobo, sem fundamento ou significado para ninguém mais a não ser o próprio autor.
Seja como for, “Saw” (como é originalmente chamado) é um filme que jamais vou esquecer.
Não tanto pelo que ele é ou pelo que ele pode ser; não mesmo pelos subtextos ou pela profundidade temática; mas pelo que ele representa.
A quem lê só posso dizer: “Veja este filme”… e torcer para que, vendo-o, se compadeçam de como me sinto ao pedir para vê-lo.
A dor é brutal, como a vida costuma ser, por vezes.
Parte de mim foi-se dias depois deste filme. A outra parte não é mais nada. Sou refém, agora, de uma parte de mim que abomino, e nada me sobrou para descrever ao escrever.
Só me resta pedir…
…veja este filme.




Eu fiquei uma semana em choque depois desse filme. Me senti um cocô e tô até agora revendo meus valores.