junho 26, 2007

I'm an iBook flippa!

Enquanto eu não preparo meu pequeno artigo sobre a Apple - me aguardem! - dêem uma olhada nesse magnífico debate musical. Uma delícia de ver como é que Steve Jobs e Bill Gates mudaram o planeta com sua ousadia e genialidade.

O original, no YouTube...


Postado por baccioly em 10:44 PM | Comentários (0)

junho 25, 2007

Pensando em Você... =)

Dar presente para os amigos pode ser muito difícil... a gente fica pensando em mil coisas. Mas esse produto abaixo é ótimo para quando você não sabe o que dar para seu pior inimigo! Um testador de tomadas, para ver se há ou não corrente elétrica! Em uma palavra: Brilhante!

Postado por baccioly em 08:04 PM | Comentários (0)

junho 24, 2007

Domínio Público

dominiopublico.jpg

É lamentavelmente fácil desconhecermos a existência de algo magnífico na Internet, dada a quantidade de informação disponível, a divulgação ineficiente e a nossa noção de que não temos tempo pra nada.

Meu irmão Paulo de Albuquerque me mandou este endereço, do qual é possível baixar livros inteiros, publicações sobre educação, música erudita em mp3, gravuras, ilustrações, pinturas, vídeos educacionais e documentários sem qualquer custo e com alta qualidade.

O acervo do Ministério da Educação, segundo ele, está para ser retirado do ar por falta de acessos, o que seria uma lástima, já que, só de obras nacionais, reunie mais de 700 títulos.

O portal foi lançado em 2004 e tem como objetivo veicular obras livremente através de uma biblioteca virtual de referência para professores, alunos, pesquisadores e quem mais se interessasse.

Outro objetivo do portal seria provocar a discussão sobre a legislação relacionadas aos direitos autorais, diante dos novos paradigmas de mudança tecnológica, da produção e do uso de conhecimento.

Não sei se campanhas web lançadas por um site obscuro como este aqui adiantam de alguma coisa, gente... mas quem ler o que estou escrevendo aqui, por favor vá até o endereço abaixo e faça uma busca por obras de qualquer natureza e baixe alguma coisa - qualquer coisa - para ler, ver ou assistir.


E para quem se interessar pela questão Direito Autoral, Copyright, Liberdade Digital e Creative Commons, vale ouvir (aí embaixo) o PodcastUma forma de publicação de programas de áudio pela Web e que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. que teve a participação de meu amigo Cristiano Dias sobre o assunto (organizado pelo pessoal do Brainstorm #9).



Postado por baccioly em 11:24 AM | Comentários (4)

junho 19, 2007

Somos Crianças Grandes

geracaodonkeykong0.jpg

A foto da semana (passada) não me saía da cabeça e acabei tendo que publicar aqui.

Esse pai de primeira viagem aí é o Mairus Maichrovicz, com a Laurinha no colo.

É bem o retrato dessa geração louca regada - na flor da idade - a Telejogo, Atari, Odissey, Donkey Kong, PlayStation, XBox, PC Games e todos os outros vícios que aportaram nas nossas praias em nossa infância e adolescência.

Fico pensando o que os meus pais pensam vendo essa imagem - além do óbvio "Oh! Que bebê lindo!".

Seja como for, essa foto foi bem emblemática, pra mim, da nossa geração (ao menos a parte dela que eu conheço).

Mairus tem a minha idade, 36 anos. Espero que, quando eu tiver filhos, tenha momentos tão inesquecíveis quanto este aí. E você me desculpem, mas eu tinha que dividir esse sentimento com aqueles que vem aqui e que ainda não freqüentam o blog do cara.

geracaodonkeykong.jpg
Postado por baccioly em 01:30 AM | Comentários (4)

junho 18, 2007

Medo

Em uma semana repleta de sonhos e pesadelos, acordando ofegante, suado e me sentindo ridículo por estar com medo de coisas que não estão lá, resolvi me perguntar o que, aos 36 anos, é fonte dos meus medos...

lament00001.jpg

Imagino que sejam cartas marcadas, no caso de um cinéfilo como eu, imaginar que meus medos tem raízes em obras cinematográficas. Mas eu me surpreendi bastante ao perceber o que me inquieta, qual a estética que me abala e o que - caso acontecesse - faria meu ceticismo dar uma guinada e enregelaria minha espinha.

Revisitei tudo que pude me lembrar de obras literárias, quadrinhos, desenhos animados, filmes, acontecimentos e - com poucas menções honrosas - uma coisa me veio a mente e me mostrou em quanto essa imagem aí ao lado me causa calafrios...

Não que "Hellraiser" me amedronte. O vilão da estória - Pinhead - é uma personagem forte e tal, mas muito menos me aterroriza que a Lament Configuration (ou "Configuração do Lamento", em português), como se convencionou chamar o cubo enigmático desvendado, voluntária ou inadvertidamente, pelos protagonistas, para abrir um portal entre o mundo dos vivos e uma dimensão infernal de dor e sofrimento.

Por algum motivo que me escapa, a dor e o sofrimento - que são, por si, amedrontadores - me apavoram muito menos que aquele artefato aparentado com um Cubo de Rubik mas cuja estética "barroca", profundamente detalhada e ricamente ornada me arrepiam os pêlos da nuca sempre que dou com os olhos nela.

Há poucos outros elementos no gênero de Terror que me provocam tanto quanto o Lament Configuration... me lembro agora do personagem de Max Von Sydow em "Trocas Macabras", da personagem que jamais aparece em "A Última Profecia", Samara, de "O Chamado" e o Arcanjo Gabriel, de Christopher Walken em "Anjos Rebeldes", mas realmente são poucos elementos - sobretudo em filmes mais novos - que me fazem sentir algum rastro, ainda que fugidio, de medo.

Em nome de descobrir o que tanto me impressionara naquele cubo cheio de mistério eu resolvi buscar o tanto que pude na Internet e ver de novo o primeiro filme da série "HellRaiser".

medo000.jpg

...

Bom...

O filme deixa mesmo muito a desejar.

Podia mesmo ter sido magnífico. Mas não é - ou ao menos assim me parece.

Foi escrito e dirigido por Clive Barker - que como diretor era um ótimo escritor... mas não para o cinema.

Os efeitos especiais, para os quais eu nem costumo ligar tanto, embora os admire, estavam um lixo inigualável - ainda mais olhando com olhos de Século XXI.

Até mesmo o cubo me pareceu opaco no filme e, no dia seguinte, resolvi ir procurar novamente informações sobre o Lament Configuration.

O efeito foi o mesmo... o cubo, ao que parece, ficou maior do que o filme para mim.

Fico pensando quantas outras pessoas ainda têm calafrios ao olhar para aquele cubo de madeira e metal, quantas ainda sentem-se arrepiar antes mesmo de suas evoluções começarem.

O que mais me fascinava, creio, depois de muito pensar a respeito, é que alguém tinha construído aquele objeto, alguém diabólico o suficiente para ter um pé "do outro lado". E a história desse sujeito era até bastante elaborada.

medo001.jpg

Ao que parece, de acordo com o romance "The Hellbound Heart", com os quadrinhos da Epic Comics e com o quarto filme da série cinematográfica "HellRaiser" - de Clive Barker - Philip LeMarchand era um jovem e talentoso artífice, arquiteto e projetista reponsável pela criação de complexos quebra-cabeças que eram também caixas de música, na Paris do século XIX.

A época do ápice de seu sucesso como artífice Paris era assolada pelo desaparecimento de uma grande quantidade de pessoas, muitas das quais haviam adquirido as caixas de LeMarchand. Suspeitas não confirmadas recaiam sobre ele quando decidiu deixar a Europa e todos os seus pertences.

Após sua fuga, provas se acumulavam quanto a sua culpabilidade nos desaparecimento, dentre elas um auto-retrato usando não tinta a óleo, mas a base de gordura humana, quadro este que teria desaparecido na segunda guerra mundial.

medo002p.jpg

Não é difícil achar esta uma história fraca e acreditar que há pouca relevância neste texto, no entanto, o que mais me intriga é em quanto o cinema perdeu - ao menos em minha opinião - a condição de aterrorizar, de horrorizar, se concentrando hoje mais em assustar.

Controlamos com tanta competência o calor, o frio e tantos aspectos da natureza que outrora nos oprimiam que, hoje, o último bastião de Medo que parece restar é o medo da violência... e talvez por isso os filmes vêm sistematicamente nos oferecendo banhos de sangue no lugar de um terror psicológico (por vezes com toques sobrenaturais) como estavam presentes em "Os Inocentes" ou "O Iluminado".

Talvez a saída esteja em questionar convincentemente a nossa noção da realidade. Nossa noção fechadinha de como as coisas funcionam... uma noção que deve ser desmantelada aos poucos por tantas técnicas de suspensão de descrença quanto o autor puder usar, como se fosse um nó difícil ou um quebra-cabeças, uma caixa que abra as portas para um outro mundo, para uma outra realidade.

Cada uma de nossas mentes, hoje, é um exemplo da "Configuração do Lamento"... e eu lamento muito...

Clive Barker diz: "O terror começa com uma porta entre-aberta", mas eu diria que o terror começa com uma caixa fechada: Nós.

Postado por baccioly em 04:33 PM | Comentários (1)

junho 14, 2007

"Expectantes"

A Companhia de Atores Invisíveis - invisiveis.subtom.com.br - re-estreou "Expectantes" na Casa de Cultura Hombu, na Lapa, dia 30 de Maio. Toda quarta-feira eles estão lá... e eu fui assistir.

expectantes001.jpg

É difícil não usar de superlativos ao falar do trabalho da Companhia nesta "instalação", sim, porque se trata muito mais de uma instalação do que de uma peça simplesmente.

Engajada e comprometida com um método e uma filosofia de criação e encenação, a Companhia me dera a oportunidade de participar de um ensaio da peça, que muito me impressionou mas que perdeu as cores quando tive a oportunidade, ontem, de ver o espetáculo.

expectantes002.jpg

Vou explicar... A  digitalorientedtechnologies - minha empresa com o Angelo Braga, Cris Dias e Mairus Maichrovicz - foi quem desenvolveu o webSite da Companhia de Atores Invisíveis dentro de um esquema de apoio cultural, o que estreitou ainda mais os laços entre a e a Companhia, e que acabou fazendo com que o webSite tivesse bem a cara do trabalho que eles desenvolvem.

Todos os sócios da foram então intimados a assistirem a "Expectantes" como cortesia... e que cortesia.

A instalação - como não me canso de chamar - usa bem o espaço amplo da Casa de Cultura e, já de cara, faz alusão a um teatro mais clandestino, ativista e inquieto, quase setentista. Ao entrar, o espectador dá de cara com um vídeo acerca do processo de criação da Companhia e com uma estrutura de cortinas brancas e aparato de luzes e som para todos os lados. O charme enigmático da disposição das coisas, objetos pelo chão e do palco no nível da platéia acabam embalando-nos e preparando-nos para algo diferente.

expectantes003.jpg

Quando as luzes se apagam e começa a apresentação, com truques cenográficos simples e poderosos, não é difícil imaginar que vai se tratar de um teatro mais conceitual, intimista e hermético... uma espécie de balé de expressão teatral. Mas o roteiro, os atores e o clima da instalação, pela primeira de muitas vezes vai quebrando todas as nossas expectativas, seja de forma sutil ou violenta.

Com direção de Marcio Moreira e Jorge Leite, direção musical de Kátia Jórgensen e preparação corporal e direção de movimento de Tiago Quites, a Companhia mostra a que veio exibindo uma peça ambiciosa e ousada por sua profundidade temática e riqueza na elaboração.

A expectativa é o ponto nevrálgico da instalação da Companhia e ela se mostra na figura trágica de todos os personagens, em suas inadequações, inseguranças, ingenuidade, desilusões, fraquezas e em sua maldade.

expectantes004.jpg

O Palhaço, vivido por Márcio Moreira, e sua sacola de truques, têm um charme todo especial e um timing sensacional para a comédia física sutil; a Cigana (Marcela Rodrigues), seus panos e cartas, impõe um ritmo oscilante entre a realidade comezinha e a esperança de um supra-sensível que nos seja vantajoso; o Carteiro (Tiago Quites), rico em vícios, crenças e complexidades, é a personagem que carrega consigo não só as cartas, mas a responsabilidade de chamar à palavra os demais; a Noiva, personagem trágica e enérgica, cheia de dor e sempre a espera do noivo que a deixou no altar, vivendo uma montanha russa de sentimentos magnificamente interpretados por Kátia Jórgensen; e o Travesti, incorporado brilhantemente por Jorge Leite, invocando do nosso imaginário a marginalidade e violência em cada pequeno gesto que ameaça fazer em qualquer direção.

expectantes005.jpg

"Expectantes" não é uma peça teatral fácil, não tem a intenção de ser pop e nem de ser óbvia. O contato com uma forma de expressão mais sutil e menos denotativa que conotativa, creio, é profundamente importante para adultos e jovens e não raro é ouvir comentários divertidos e contra-intuitivos dos espectadores na saída do teatro.

Em um papo informal na Taberna do Juca, depois da peça, Kátia me falou de uma miríade de detalhes e minúcias que são de percepção difícil - e por vezes impossível - no trabalho deles: as falas fragmentadas atiradas a esmo no "palco" e na platéia, sílabas desconexas de frases Existencialistas, sorteadas depois de misturadas e remontadas para fazer um texto; subtextos do nosso imaginário coletivo que fazem referência desde ao folclore até a cultura pop televisiva; o uso da música de acaso (ou aleatória), que se utiliza, de forma não convencional, da voz, de objetos e do ambiente, criando um clima sinestésico que relaciona sensações e sentimentos através da música.

expectantes006.jpg

Entre risos nervosos e apreensão da platéia é palpável a curiosidade de quem está em volta, confinado entre as quatro cortinas que rapidamente se tornam paredes, uma caixa inviolável em que o espectador sensível tem a possibilidade de sentir-se dentro de si mesmo - mas acompanhado - rindo junto e sofrendo o embaraço de partilhar com quem está em volta as cenas que vão do engraçado ao grotesco... a chamada "quarta parede" não existe, estamos lá dentro com eles... e o maior dos palcos é aquele do qual jamais vamos conseguir fugir.

Partindo da expectativa – uma constante em seus personagens e em todo ser humano – a Companhia de Atores Invisíveis desvela diante de nós um parque de diversões imaginário, dispondo-nos uma cenografia do impossível diante dos olhos - emprestada do que há dentro de nossas cabeças.

Vemos ali o que todos sabem que existe, mas que ninguém vê. Não divisamos ali o que as personagens vêem porque, no caso, não importa. O parque de diversões da vida fica insignificante e transparente diante da espera na fila-da-nossa-vez.

Os Atores Invisíveis entregam o que se supõe entregar, uma estória sobre a qual não fazem sombra, jamais se interpondo entre o conto e o ponto de vista do espectador... gerando reflexão, instigando sensações e provocando a sensibilidade numa vida que é cheia de som e fúria.


expectantes007.jpg


Postado por baccioly em 02:02 PM | Comentários (1)

junho 11, 2007

O Mundo vai Acabar

Só não sabemos quando... Mas, de repente, já até acabou, porque, sinceramente, a coisa tá feia nesse mundinho velho de meu Zeus!

O Céu está Caindo!!!

Como se não bastasse a imprecisão da imprensa leiga na divulgação de dados científicos e mesmo da obliteração de dados científicos por parte do Estado com motivos puramente econômicos, nos aparece agora uma modalidade já antiga, mas usada de uma forma crescentemente mais irresponsável e desprezível a cada dia que passa.

Recebi o endereço com a notícia sem que me fossem dadas maiores informações e, quando bati os olhos pelas linhas disse de mim para mim: "Mais um asteróide em rota de colisão com a Terra e que vai nos destruir a todos".

Muita gente nem presta atenção, mas de um a três asteróides, de diferentes tamanhos, são veiculados pela imprensa leiga como tendo entrado em rota de colisão com nosso planeta todo ano. Como pouca gente fica com a cabeça no mundo da Lua como eu, acaba esquecendo que isso acontece sempre, mas eu não esqueço mesmo!

O endereço que me foi passado tinha algo de estranho... não no texto - apesar de estar escrito que "Astrônomos amadores descobriram que o asteróide 2-Pallas teve sua órbita alterada", nem mesmo porque eu não tinha idéia do que poderia alterar a órbita de Pallas daquela maneira - mas porque eu jamais tinha ouvido falar desse site. Imediatamente tirei tudo o que não interessava no endereço e digitei só o www.mundodaastronomia.com.

Não deu outra! A notícia continuou lá, não importava o endereço, o que significava que alguém queria muito divulgar aquela pérola...

Asteróide Pallas poderá se chocar com a Terra em 2007

pallas03.gif Astrônomos amadores descobriram que o asteróide 2-Pallas teve sua órbita alterada e segundo os últimos cálculos está em rota de colisão com a Terra. Os principais centros espaciais do mundo ainda não se pronunciaram, mas já existe uma grande mobilização na comunidade científica e militar.

O impacto poderá trazer grandes conseqüências, levando em conta a extensão do asteróide, considerada a segunda maior do cinturão que vai de Marte a Júpiter.

O 2-Pallas mede 558x526x532 km e caso a informação seja confirmada trará mudanças sem precedentes na existência humana na Terra. A colisão deverá acontecer na primeira quinzena de julho de 2007. Logo, deveremos ter novas notícias das autoridades competentes, que por enquanto evitam comentar o fato para não gerar um descontrole generalizado na população mundial.

Lendo direitinho a gente vê um monte de problemas na notícia - tem até uma nota miúda no rodapé dizendo "Informe Publicitário" - mas pra cortar caminho basta consultar quem é o dono do domínio e tudo fica bem mais claro.

Trata-se de um golpe publicitário de meia tigela, indesculpável e vergonhoso cometido por alguém na folha de pagamento da Peugeot-Citroen, que vai lançar um veículo poluente de nome Pallas. "Ahhhhh, que engraçado... eu quase ri..."

Eu gostaria de saber onde é que vão desenhar a linha. Meu colega Mairus Maichrovicz comentou: "Daqui a pouco pra vender pastas de dentes vão dizer que o Bin Laden derrubou o Empire States". E por que parar por aí? Que tal dizer que morreu o papa, que a Madona virou transsexual, ou que Israel reconheceu Cristo como sendo o Messias depois de dois mil anos, ou mesmo que a pedofilia agora é legalizada para qualquer pessoa caucazóide de menos de 50 anos que não seja Hare Krshna?

Há quem viva repetindo o mantra do nosso tempo: "Ué, qual o problema?", e é exatamente esse relativismo moral cretino que vai levar - se já não levou - essa civilização para o buraco.

Alguns de nós começamos a nos preocupar com o Efeito Estufa hoje, o que é profundamente importante, mas não podemos deixar de lado o Efeito Estúpido, negligenciado pelo Al Gore em sua apresentação, mas que vem apresentando graves efeitos a passos largos.

Podem me chamar de pouco planetriota, mas se desce um ser de outro planeta aqui eu faço uma orelha de massa de modelar e vou dizer que acabei de aterrissar e que não conheço esses terráqueos não.

"Eles me matam de vergonha..."

Postado por baccioly em 04:43 PM | Comentários (3)

junho 07, 2007

Barbearia Virtual

barbershop01.jpg

Simples simples, mas um ótimo exemplo do poder das nossas mais simples tecnologias e seu potencial de imersão. Ouvindo isso aí com headphones fica fácil de pensar que tem alguém andando a sua volta.


Virtual Barbershop - More amazing videos are a click away


Postado por baccioly em 06:12 PM | Comentários (0)

junho 06, 2007

Tudo ficou mais Laura

Quando um casal que se ama tanto se junta e fica junto um tempo, gente, de repente aparece uma coisica pequenina que é o todo maior que a soma dessas partes...

...aconteceu assim quando nasceu Laura, essa coisa fofa que vocês podem ver aí embaixo e que, com certeza, vai ser amiguinha da dona Clara.

Trabalho com esse spin-off do Mounty Python, que se chama Mairus Maichrovicz, faz uns bons 7 anos, nos tornamos grandes amigos e acabamos sócios também.

Desde que encontrou a Roberta e resolveu que ela era o ar que ele respirava, só houve progressos!

Mas progresso maior que esse não tem!

Me lembro quando ele veio me dizer, cabisbaixo, que não sabia o que tinha acontecido... que se cuidava tão bem e tal e que ia nascer menina! Quase caí na gargalhada, mas a tosqueira do comentário, eu sabia, era a melhor forma que esse ogro tinha de dizer: "EU VOU TER UMA FILHA, YUHUUUUU!".

Mairus é um amigo querido pra todo mundo que o conhece. É o sujeito que a gente precisa do lado na mesa do bar, nos mostrando os erros do dia-a-dia sem perder o bom humor e nos fazendo rir quando a gente menos espera.

Roberta uma criatura elegante e atenciosa sem perder a chance de usar o sarcasmo nas horas certas.

Se Laura tiver metade das qualidades de um e metade dos defeitos do outro sai no lucro fácil =)

Que gostoso saber que o casal, que já era uma delícia de ver junto, agora se transformou em uma família linda!

Postado por baccioly em 02:05 PM | Comentários (3)