Resultado?
O rapaz de 18 anos de idade teve seu comercial comprado, foi levado pela Apple até Los Angeles e turbinaram o comercial em alta definição para ser exibido durante a World Series.
.A banda brasileira, chamada CSS, segundo Haley, teve a música “Music Is My Hot, Hot Sex” escolhida graças ao trecho em que se diz: “My music is where I’d like you to touch.”
O rapaz achou até um tanto ridículo e improvável quando recebeu o e-mail que dizia: "Representamos a Apple, vimos o comercial que você produziu e gostaríamos de conversar."
Com a inclinação do espectador para ser um consumidor rápido - ou MediaSnacker - empresas vêm contratando material que reflete o comportamento deste publico, até mesmo compelindo, quem ainda não aderiu, a ir se enquadrando no perfil.
Bom? Ruim? Não sei. O comercial é bem rápido... uma drágea de propaganda, eu diria. Mas é bem dinâmico e passa a mensagem com grande simplicidade e sofisticação.
Será este o futuro da propaganda?... Interesssante...
Segue o vídeo produzido pela TBWA Chiat/Day:
Eu estou que quase choro depois de ver este vídeo deliciosamente bem montado, mas o gosto que fica na boca depois de ver não é lá essas coisas.
Não vou eu ficar diante do rolo compressor da História e do Progresso, mas não sei se acredito que mudança é só Mudança. De vez em quando eu tenho uma boa dose de convicção de que conseqüências existem e que é através delas que a gente mede o que é bom e o que não é.
O vídeo fala de um tipo de pessoa fruto do nosso tempo e acaba arregimentando uma enormidade de gente a ser o Ser ali descrito nessa peça bacana de marketing.
Espero que minhas preocupações sejam infundadas e que o culto ao óbvio, ao superficial e a globalização do pensamento, façam mais parte de um discurso fatalista do que da realidade como se desenrola.
Quando a Lei Seca acabou, depois de tanta luta dos Federais para acabar com o tráfico de bebidas alcoólicas, perguntaram para Eliot Ness: "Agora que a Lei Seca acabou o senhor vai fazer o que?", ao que ele respondeu - "Vou encher a cara!".
Se eu estiver errado, então, e não houver com o que se preocupar, vamos "pedir mais uma", rir das preocupações e aproveitar os prazeres advindos deste "Admirável Mundo Novo".
Se você ainda não captou o que é um MediaSnacker, aí vai um snack pra você: trata-se de uma pessoa jovem em 2007, uma criatura que se alimenta só do fast-food da media, de informação almanáquica e superficial; No fim, trata-se da geração da Era da Informação; É a postura cínico-niilista de que o mundo está mudando e isso não tem como voltar atrás. É a morte do indivíduo pelas mãos e ideologia do próprio indivíduo; É a segregação da opinião no campo da intolerância argumentativa; É entrar no domínio da opinião e esquecer que argumentar existe.
Como Luhan e Baudrillard, cada um a seu modo, alardeavam: Quanto maior a quantidade de Informação, mais inacessível se torna o Conhecimento.
Em outras palavras, na Era da Informação, não há Conhecimento possível... largamos o Todo para nos interessarmos somente pelas Partes.
Ei! Mas como eu disse, se for só alarmismo... tô dentro!
Atenção: O sistema de comentários vai voltar a funcionar somente no novo blog.
Faz tempo que namoro a idéia de produzir podcasts. O RadarPop, do Cristiano Dias e do Alexandre Maron tem tudo a ver com parte dos meus interesses e já é um hábito meu assistir assim que eles acabam de gravar.
O "músicasempauta" parte da vontade do Rubens Moreira de se expressar a respeito do assunto, divulgar bandas desconhecidas, conversar informal mas profundamente acerca de Música e fazer uma espécie de "Mesa Redonda" com artistas de várias áreas que fazem uso da Música em sua profissão.
O "músicasempauta" parte também das minhas inúmeras inquietações com o Mundo e as coisas... as mesmas que me levaram a criar o 5arcasmos |v|últiplos e o Desígnios. A Problemática da Arte no nosso tempo, a produtização da Arte, a noção de que a Arte existe apenas para Diversão e não para Fruição, há toda uma gama de Questões que não vêm sendo endereçadas de uma forma que me agrade.
Um belo dia, como Maomé não vinha até a montanha, a montanha resolveu ir até Maomé com todo o aparato e algumas idéias na cabeça para tirar do papel a idéia que a gente vinha tendo.
Faltava experiência, foco, coragem, faltava o escambau, mas acabou que o resultado ficou melhor que o esperado e começamos a fazer o site.
O resultado da empreitada vocês podem ver em:
http://musicasempauta.subtom.com.br
...com a participação especialíssima do cantor Nando Uchôa e da diretora musical da Companhia de Atores Invisíveis, Kátia Jorgensen.
Ao que parece a banda Nine Inch Nails anunciou em seu webSite que "a banda está agora livre de contratos com qualquer gravadora e que está pronta para construir uma relação mais direta com a audiência", o que pode indicar que mais uma banda resolveu aderir a prática do Radiohead.
Segundo o Google Trends, as buscas por Radiohead cresceram substancialmente na data em que foi divulgado que estariam vendendo seu álbum pelo preço que seus clientes quisessem pagar. Ainda segundo o Google Trends, o Radiohead, após a decisão de venda direta ao público, teve suas buscas no Google sensivelmente superiores a bandas que, antes, gozavam de estar sempre no topo das pesquisas, como o Oasis.
E como se não bastassem estas provocações de duas importantes bandas, as gravadoras - cada vez mais vistas como antipáticas e anacrônicas - talvez assistam a Oasis e Jamiroquai seguirem pelos mesmos caminhos.
Uma coisa que Tropa de Elite provou de uma vez por todas é que é possível fazer-se notar sem gastar um tostão em campanhas de marketing, usando somente o boca-a-boca. O que isso tem a ver com o Radiohead? Muito... afinal, trata-se de uma nova forma de conseguir que seu produto seja vendido, apreciado e, com imaginação, dá pra tirar disso uma boa estratégia de venda!

O grosso da venda de CDs dá lucro às gravadoras. Bandas ganham dinheiro com shows. E essa realidade pode mudar, agora que a Internet pode servir de único intermediário de negociação entre a banda e o consumidor final.
É esperar para ver, agora, e descobrir se quem vai ganhar esse cabo de guerra são as gravadoras ou... bem, ou o Resto do Mundo.
Você já visitou o Desígnios hoje?

O OLPC, uma sigla para One Laptop Per Child, ou Um Laptop Por Criança, me deixou cético a princípio. Eu realmente acho que há coisas mais importantes do que a inclusão tecnológica e que inclusão tecnológica sem inclusão social acaba não servindo pra muita coisa.
Não é o caso. O OLPC é uma graça, funciona que é uma beleza e faz parte de uma das iniciativas mais impecavelmente nobres que já vi em toda minha vida.
Pra mim, o OLPC é candidato a ser a melhor invenção depois da Roda! =)
Dêem uma olhada no vídeo do David Pogue e julguem vocês mesmos.
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Eu NUNCA mais usei. Sempre que caí lá foi por acaso, mas ainda tem muita gente que usa o Yahoo! no lugar do Google. Enquanto o Google aposta em um visual mais espartano, simples e sem muitas características marcantes - ao menos se você não usa o iGoogle - o Yahoo! vêm explorando bastante conteúdo e as inovações de sua poderosa API em suas páginas.
A princípio a idéia parece boa, apesar de as buscas do Yahoo! tenderem a ser menos relevantes que as do Google e que suas funcionalidades novas não sejam tão mais interessantes assim que as do Ask.com, por exemplo.
O que me incomoda, na verdade, não é eles quererem colocar mais funcionalidades - eu mesmo gosto de testar widgets novos em meus sites e tal - mas vamos e convenhamos... quando isso acontece, é porque a coisa não tá legal!
Não é segredo para ninguém que tanto a API do Yahoo! quanto a API do Google são sensacionais, mas pelo menos o pessoal da Google usa certo!
Testei e re-testei o treco lá e é bem interessante sim. Continuam não fazendo boas pesquisas e seus widgets multimedia continuam sofríveis... mas tá... vá lá, valeu o esforço.
A funcionalidade ainda está disponível somente na versão em inglês, portanto, é preciso que o usuário acesse o Yahoo! em: Yahoo!.
Teste você também! De repente você se adapta.

Eu fui o último a saber que ela me traiu! E foi com o meu Tio!Eu soube tarde demais - ou não quis acreditar quando me contaram e acabei esquecendo - que a Apple lançou um Safari para a plataforma Windows.
Eu sou fã da Apple até debaixo d'água, indulgente pacas com Steve Jobs, defensor dos "pobre" criadores do Macintosh e admirador da realidade que eles vêm ajudando a criar.
O Steve, definitivamente, é o safado mais gente boa que eu conheço... mas vacila.
Quando eu soube que era verdade, que eu poderia ter um Safari no meu pobre PCzinho, resolvi baixar.
Eu simplesmente amo o software da Apple. Eles realmente têm Gosto!
O Safari é lindo, funcional, pintoso e se eu tivesse uma filha eu incentivava ela a dar pra ele.
Mas não tem jeito... todo pai acaba se aborrecendo com o namorado da filha.
Apesar de TUDO ficar mais lindo (e fica mesmo, tente você também) quando acessado pelo Safari, ele não é um navegador pra quem usa gMail e é Blogueiro.
Digo isso porque, depois de digitar esse belíssimo texto no WordPress para publicar no Desígnios, apertei o botão de Publicar para depois descobrir que quase nada havia sido publicado.
Felizmente o botão de voltar me permitiu ver o texto digitado na íntegra. Tentei publicar novamente e nada. Fui ver até onde o texto havia sido salvo e descobri o que havia de diferente na palavra que fora cortada pela metade: ela era acentuada!
Não acreditei que os fabulosos engenheiros da Apple poderiam ter cometido um erro tão besta. Imediatamente fui buscar a interface de reclamação ou envio de bugs. Como eu esperava a interface lá estava... Linda, claro. Informei o erro e voltei para o meu problema.
Copiei todo o texto que eu havia digitado e acionei o melhor Navegador de Internet de toda a Galáxia, o FireFox, aquele que JAMAIS me deixa na mão.
Tentei colar o texto no WordPress e, para meu espanto, o texto veio cortado... NO MESMO PONTO! "Ah, Zeus", pensei eu para comigo mesmo e todo panteão de Deuses Gregos, "Eles não fizeram isso!!!", mas haviam feito. Até o copy & paste do pessoal da Apple é especial.
Tive de copiar todo o texto na mão e ir acentuando tudo no FireFox, que não tem esse tipo de problema estúpido.
Fiquei arrasado... Até porque ele é bem mais rápido que os demais e o renderer - o mecanismo que desenha fontes e imagens na tela do Safari - deixa tudo muito mais suave do que aparece na tela de qualquer outro navegador.
Ainda não é o momento, mas se você quiser baixar o Safari para Windows - e não for usar gMail ou Blogar, siga o endereço ao lado: http://www.apple.com/safari/
A moral da história, para alguém como eu, provavelmente será diferente da moral da história identificada por qualquer outra pessoa: "A Apple não tem de aperfeiçoar seu software pra Windows... Eu é que tenho que comprar um iMac!"

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