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setembro 27, 2007

Deus é Brasileiro

Segundo a Pingdom, o Google gosta mais da gente do que dos estrangeiros dos outros. =)

Google, mais conhecido no meio acadêmico como a divindade pagã do milênio - e popularmente pelo apelido de Monstro de Espaguetti Voador - foi apontado como tendo maior uptime em nossa grande nação, ou seja, ele caiu menos aqui do que em outros lugaras.

Para a minha empresa isso é ótimo, uma vez que toda nossa infra-estrutura de e-mails, leitura de RSS e gestão de webSites é Googliana.

Os Flying-Spaghetti-Monsterianistas, também conhecidos como Pastafarianistas, não se posicionaram oficialmente sobre a questão do uptime. Uma vez que não houve concordância oficial sobre se o Monstro de Espaguetti Voador é de fato uma manifestação do Google, não é surpresa...

O 5arcasmos |v|últiplos, em todo caso, enviou uma carta para a Igreja do Monstro de Espaguetti Voador pedindo confirmação sobre a identidade divina.

Em todo caso, como comprova cientificamente o documento abaixo: Deus é Brasileiro!

picture-99.png

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Dia a dia

junho 19, 2007

Somos Crianças Grandes

geracaodonkeykong0.jpg

A foto da semana (passada) não me saía da cabeça e acabei tendo que publicar aqui.

Esse pai de primeira viagem aí é o Mairus Maichrovicz, com a Laurinha no colo.

É bem o retrato dessa geração louca regada - na flor da idade - a Telejogo, Atari, Odissey, Donkey Kong, PlayStation, XBox, PC Games e todos os outros vícios que aportaram nas nossas praias em nossa infância e adolescência.

Fico pensando o que os meus pais pensam vendo essa imagem - além do óbvio "Oh! Que bebê lindo!".

Seja como for, essa foto foi bem emblemática, pra mim, da nossa geração (ao menos a parte dela que eu conheço).

Mairus tem a minha idade, 36 anos. Espero que, quando eu tiver filhos, tenha momentos tão inesquecíveis quanto este aí. E você me desculpem, mas eu tinha que dividir esse sentimento com aqueles que vem aqui e que ainda não freqüentam o blog do cara.

geracaodonkeykong.jpg

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (4)
Categoria: Dia a dia

junho 06, 2007

Tudo ficou mais Laura

Quando um casal que se ama tanto se junta e fica junto um tempo, gente, de repente aparece uma coisica pequenina que é o todo maior que a soma dessas partes...

...aconteceu assim quando nasceu Laura, essa coisa fofa que vocês podem ver aí embaixo e que, com certeza, vai ser amiguinha da dona Clara.

Trabalho com esse spin-off do Mounty Python, que se chama Mairus Maichrovicz, faz uns bons 7 anos, nos tornamos grandes amigos e acabamos sócios também.

Desde que encontrou a Roberta e resolveu que ela era o ar que ele respirava, só houve progressos!

Mas progresso maior que esse não tem!

Me lembro quando ele veio me dizer, cabisbaixo, que não sabia o que tinha acontecido... que se cuidava tão bem e tal e que ia nascer menina! Quase caí na gargalhada, mas a tosqueira do comentário, eu sabia, era a melhor forma que esse ogro tinha de dizer: "EU VOU TER UMA FILHA, YUHUUUUU!".

Mairus é um amigo querido pra todo mundo que o conhece. É o sujeito que a gente precisa do lado na mesa do bar, nos mostrando os erros do dia-a-dia sem perder o bom humor e nos fazendo rir quando a gente menos espera.

Roberta uma criatura elegante e atenciosa sem perder a chance de usar o sarcasmo nas horas certas.

Se Laura tiver metade das qualidades de um e metade dos defeitos do outro sai no lucro fácil =)

Que gostoso saber que o casal, que já era uma delícia de ver junto, agora se transformou em uma família linda!

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (3)
Categoria: Dia a dia

dezembro 28, 2006

Denúncias...

...as boas e velhas denúncias.

Primeiro lugar no Festival Livre de Animação - FLA/2002
Laboratório de Desenhos

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (6)
Categoria: Dia a dia

julho 28, 2006

Tudo ficou mais Clara!!!

O mundo ficou mais belo do dia 27 para o dia 28 de Julho de 2006, quando nasceu a filhinha do Cristiano Dias e da Anna Paula Maron, amigos queridos de longa data, cujo namoro, casamento e felicidade eu telegrafo faz tempo!

Segundo a Dona Neide, a Clarinha é linda que nem a mãe, o pai tá todo babão e a Anninha tá descansando e passa muito bem.

Liguei pro Cristiano e Dona Helenice atendeu, dizendo que estavam todos dormindo depois da madrugada atribulada.

Certa vez um amigo meu me disse: "Não sei, cara... ter filhos... colocar uma criança nesse mundo louco...", e fico contente de ter feito a minha parte pra convencê-lo de que essa desculpa era datada e que nós - apesar dessa Distopia que nos cerca - nos divertíamos muito e vivíamos cada momento com a inepta competência e com toda felicidade que nos permitíamos.

Não imagino aquela menininha de dez anos - que era a Paulinha de quem me lembro - com uma filhinha nos braços... portanto vou fazer o possível pra estar sempre presente pra ver os orgulhosos Papai e Mamãe sempre que eu puder, até que eu me convença de que tá acontecendo!

Que gostoso saber que o casal, que já era uma delícia de ver junto, agora se transformou em uma família linda!

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (7)
Categoria: Dia a dia

junho 24, 2006

Paulista Honorário

Fugir da rotina é mesmo sensacional e, somando isso ao fato de eu estar com saudades dos amigos cariocas em São Paulo, estar rolando a 8' Bienal de Design Gráfico e eu não ter comemorado meu aniversário no ano passado, resolvi fazer algo diferente.

Cheguei em São Paulo na segunda-feira de tarde e fui orquestrando uma festa legal - pro dia 21 de Junho - com os amigos que tenho por aqui, planejando minha festa no Armazém da Vila, um lugar bem legal onde eu já tinha ido faz alguns anos.

Eu tenho essa tendência de ir sempre no mesmo restaurante, sentar sempre na mesma mesa e pedir sempre o mesmo prato, sabe? Pois é... mas isso pode ser bem irritante pros amigos. Ao ponto do Mairus Maichrovicz, certa vez, ter me perguntado: "E como foi que você encontrou esse primeiro restaurante, afinal?!?!?!"

O problema é que, como diria o Gart, "O tempo destrói tudo...", e não dá pra esperar que um lugar no qual a gente foi três anos atrás, vá estar do mesmo jeito. Sobretudo em São Paulo, onde uma casa noturna precisa mudar para sobreviver.

Depois de ter tudo já combinado e reservado direitinho na segunda, só na quarta foi liberada a programação da casa, o que a Mônica - ainda bem! - descobriu a tempo.

O lugar - provavelmente em minha homenagem - resolveu chamar a magnífica banda (supostamente carioca) Boca Lôca e seguir a noite com o não menos temático "Djidjey" Zé Colméia, o que, conforme conseguimos averiguar pela internet, "invocava o glamour da noite carioca em uma São Paulo carente de um bom agito do popozaum". :-|

Sem deixar que eu me desesperasse, minha salvadora - a Mônica mesmo - teve a idéia bem bacana de reservar o terraço do Hall Restaurante, um lugar pra lá de aconchegante, com uma musiquinha ambiente sem exageros e um menu impecável!

Meninas e Meninos,

Eu sei que vocês vão protestar e tal, afinal, todos os meus amigos são Funkeiros de primeira linha (quem lê até acredita).
Mas, como o grupo Bocaloca vai tocar no Armazém da Vila, acompanhado do DJ Zé Colméia, eu me sentiria por demais no Rio de Janeiro - e vim pra São Paulo pra fugir disso tudo, afinal!

Com ajuda da minha consultora da noite de São Paulo - Mônica Mathias - acabei por escolher um lugar que, além de bonitinho pacas, não vai agredir nossa sanidade mental.

O novo local da comemoração desse aniversariante carioca perdido e mal informado que vos escreve é a HALL, que me parece mais a nossa cara e que, hoje, não tem DJ, mas uma musiquinha "Lounge" da melhor qualidade - que não nos interrompe nem conosco concorre.

Não é preciso pagar entrada - paga-se o que se consome e só - há um estacionamento ao lado (conveniado... 7horas por R$ 5,00) e, segundo a Moniquinha a comida é boa as pampas e nada cara.

Eu devo estar lá a partir das 21 horas, no terraço, em uma mesa pra 9 pessoas. Espero que todos apareçam, com namoradas, namorados, life-partners ou fishing-buddies.

O site do lugar é http://www.hallrestaurante.com.br e disponibiliza um cardápio e algumas fotos pra se ter uma idéia do charme que é a HALL.

Bruno Accioly

Estava tudo certo e a Mônica foi uma anfitriã exemplar, me levando pra encher o bucho no América, me acompanhando até a Exposição de Degas - no MASP - e tendo uma super paciência em ir comigo até a fnac e ao shopping shingling de traquitandas eletrônicas.

O dia só ficou mais absoluta e totalmente perfeito mesmo de noite...

Não há o que reclamar! Do atendimento telefônico à recepção dos convidados, da atenção para com todos os presentes até o cardápio, este Restaurante Pré-"balada" (eu tinha jurado que nunca ia usar esta palavra) é um exemplo pros donos de estabelecimentos cariocas a ser copiado e jamais maculado com músicas de agitar o popozaum.

A festa foi tão legal que esquecemos de tirar fotos e, só pra constar, vale dizer que estavam presentes a Mônica Mathias, o Alexandre Maron, o Amir Samary, a Maíra, o Gart Capotte e a Gisele Hashida - sem mencionar a Anna Paula Maron, o Cristiano Dias e a Clarinha, que ligaram no meio da festa pra me mandar um abraço.

Ah! Não podemos deixar de esquecer também da presença do Tomate, que não se furtou a se despencar do apartamento ao lado para nos fazer uma visita rápida e arrancar aplausos da galera bem no meio do parabéns-pra-você. Valeu ter aparecido, Tomate! Você foi a alma da festa!

Mas nem tudo são flores - ou Tomates... Minha mãe e meu pai, pra quem eu já tinha mandado um e-mail, mas que não tinha tido o tempo de olhar seu gMail, estava, enquanto isso, no outro lado da cidade, diante do Armazém da Vila, procurando o aniversariante para dar-lhe os parabéns de surpresa.

No dia seguinte, sinto muito ter de dizer isso, eu, Alexandre e Mônica rimos muito com o e-mail que se segue...

Oi, filho,

Pois é, nos demos mal.
Depois de jantarmos no Thai Garden, um restaurante tailandês espetacular, recém inaugurado, com uma comida divina e um ambiente maravilhoso, em comemoração aos nossos 20 anos, fomos tentar dar um abraço em nosso garotinho que completava seus 35. Nos dirigimos, por volta de 22:30 ao Armazem da Vila. Você pode imaginar, aquele casal de coroas, já bem passados, chegando ao local. Estacionamos nas imediações e logo chamamos a atenção por estarmos totalmente deslocados. Não chegamos nem na porta. Ficamos na baia.

O leão de chácara (era assim que se chamava no meu tempo, só que menos parrudo) nos desaconselhou a adentrarmos o recinto, talvez prevendo a vaia que tomaríamos ou que talvez pudessemos conspurcar aquele templo sagrado do Funk. Nem os apelos dramáticos do Paulo ("É aniversário de nosso filho, precisamos pelo menos dar um abraço nele") convenceram o brutamontes e seus Boca Loca. E como nós estávamos mais para Catatau do que para Zé Colméia, resolvemos adiar o nosso abraço para uma ocasião mais propícia, e com um fundo musical mais de acordo com o nosso tempo.
Da próxima vez, antes de sair de casa checarei meus emails.

E o pior de tudo foi quando, tomando ciência da qualidade do recinto eleito pelo meu rebento, já na sua maturidade, para seu evento festivo, me sobreveio a culpa.
Culpa você sabe, é uma característica quase que exclusivamente feminina. Mulher é muito chegada a culpa. Quem sabe tem a ver com o que nos foi incutido desde a tenra infância - somos responsáveis pelo pecado, tentamos Adão com a maçã e fomos expulsos do Paraíso.
Desta forma, me flagrei em um poço de culpa: será que tudo tem a ver com aquela vez que o obriguei a comer chuchu, o que veio a comprometer irremediavelmente seu gosto pelo que é belo? Será tudo um trauma de infância?
Felizmente, ao receber seu email hoje pela manhã, tal duvida se desfez e agora posso ficar em paz. Sua sanidade está preservada.

Um beijão
Mamãe

Ter pais em São Paulo, numa situação dessas, é bem complicado... tadinhos :-)

Mas a noite foi ótima! (embora talvez nem tanto pra eles)

Eu recomendo fazer um aniversário maluquinho desses de vez em quando. Tirei uma semana sabática e contei com toda a compreensão dos meus sócios,

Disso a gente tira que estar perto dos amigos é sempre um bom programa e que, aqueles amigos que estão distantes, só estão distantes mesmo geograficamente...

...e antes que eu comece a dizer pra usarem filtro-solar (ou manteiga de cacáu), é melhor encerrar o post, que tá já longo demais mas que foi feito não em minha homenagem, mas em homenagem a esses amigos maravilhosos que eu tenho - estejam eles nessa lista ou não.

Em uma sentença: Mêêêu! Minha balada foi suuuuper legal! ;-P

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (3)
Categoria: Dia a dia

abril 24, 2006

Será que a culpa é minha?...

Sempre que vou ao cinema - até agora SEMPRE - me incomodo profundamente com a falta de educação e senso de civilidade dos espectadores barulhentos, mal educados e individualistas que gostam de conversar do filme que já viram, de sua vida particular ou de suas vidas passadas (SIM, ISSO JÁ ME ACONTECEU) enquanto um filme está se desenrolando na tela... Mas nem é disso que vou falar...

As boates se transformaram em que, enquanto eu não estava olhando? Será que eu atraio gente maluca? Será que, de alguma forma, eu faço com que as exceções se transformem em regra?

Quando vou ao cinema, sempre me forço a dizer para mim mesmo: "A culpa é sua! Você devia bem estar em casa assistindo a um DVD! Aguente!"... será que o mesmo vale para boates?

Ao ir ao aniversário de uma profundamente estimada ex-colega de trabalho e amiga, me senti em um lugar estranho, tenso e (apesar das músicas muito bem escolhidas) profundamente hostil a quem só está lá pra se divertir.

Eis que estava eu, depois da aniversariante já ter ido embora e em seguida de pedir um scotch, quando me vem uma "cachorrona" - me desculpem, mas não conheço qualquer outro adjetivo que descreva uma menina de seus vinte e poucos com um jeans que mais parecia pintado no corpo e um top que servia mais pra despir seu abdomem trabalhado do que qualquer outra coisa - e começa a dançar na minha frente, me tomando pelo pescoço e segurando uma de minhas mãos.

"Vamosh dançar, gatchinho?"

Ao que respondo... "Sinto muito, mas não vai rolar..."

Indignada, a menina retruca com o pior que tem na manga: "Você é viado?!"

Sem saber bem o que responder - e até achando que seria mais fácil dizer que sim, para acabar com a conversa, digo: "Na verdade eu sou muito mais tímido que pareço."

A resposta dela veio, com vontade: "É viado!", e me transpassou não com o poder do adjetivo - até porque isso não me ofenderia - mas com o poder da intolerância, determinismo e (perdoem-me) babaquice da qual só mesmo uma açogueira de |v|3®d@ seria capaz de responder.

Foi uma humilhação... não uma humilhação da minha pessoa (que duraria minutos), mas humilhação de toda uma geração de cachorras patéticas que, como ela, não compreenderiam o fato de que sou, sim, um cara tímido, mas que - além disso - por estar interessado em alguém, me sinto comprometido, o que não me ajudaria a sentir bem, diante do convite nitidamente interessado.

Respondi a ela: "Olha... eu realmente não quero dançar."

...Ao que ela afirmou acertadamente: "Mas te vi dançando e você parece dançar bem..."

Até queria explicar pra ela, de novo, que era tímido e que não queria dançar com ninguém por motivos pessoais... mas não fui rápido o suficiente e ela me condenou, derradeiramente: "É... é viado!"

E foi assim que, numa noite divertida e com gente que eu gosto, fiquei sabendo que, a despeito de meu comportamento sexual, interesse sexual ou inclinações... sou "Viado"!

Nesses tempos de "Brocken Back Mountain", mamãe, de repente, fica até orgulhosa de mim...

Será isso o tal do "conflito de gerações"?!

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (13)
Categoria: Dia a dia

abril 17, 2006

Últimos Episódios?

Será que é a última temporada da SitCom "Maron's Creek" e das peripécias de Alex & Mônka? Estarão contados os dias desses adoráveis personagens que moram nos nossos corações?

Para quem estiver afim de saber mais, dar uma força e de saber o destino desses personagens que tanto adoramos, vale dar uma olhada em "Alex e Mônica vão casar".

E pra quem fica se perguntando se essa coisa de casamento ocorre lá pra últimas temporadas, eu só digo que podem dizer o que quiserem mas, pra mim, da mesma forma que aconteceu em "Friends that were supposed to be Maried" - com Anna Paula Maron e Cris Dias - "Maron's Creek" vai é dar em spin-off!

...Será que vem mais um sobrinho postiço por aí pra mim?

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (5)
Categoria: Dia a dia

março 25, 2006

dotWeb.com.br

Depois da tempestade e ainda aguardando pela bonança, saiu do forno o site da dot . digital oriented technologies - que chique! - a minha empresa com meu amigo Angelo Braga e grande elenco.

Vale a pena visitar, nem que seja só pela curiosidade. Foi muito suor e até uma pontada de desespero.

O site é todo feito de forma a se adequar às normas do Web Standards - que dita, dentre outras coisas, que deve haver separação entre as camadas de estrutura, apresentação e comportamento - no webSite.

Deixando o tecniquês de lado, dêem um pulo lá no www.dotweb.com.br, olhem entorno, dêem uma navegada e depois me digam que tá bem legal - se for pra dizer que tá ruim esquece, porque não tô afim por enquanto (me dá um tempo pra curtir, pombas!).

Ah! Tem uma surpresa no site, pra quem for detalhista. O primeiro a me mandar uma mensagem, pelo site, dizendo qual é a surpresa e acertando, ganha uma cópia do livro "O Design do Século" - de Michael Tambini.


Se precisarem de Design Web já sabem! ;-)

Agradecimentos:

Seria injusto não agradecer algumas pessoas, que foram muito importantes pra que não só o site, mas a empresa tenha saído do papel...

Meus pais, Amir Samary, Eduardo Gouveia, Fernando Vogt, Geraldo Costa, Aline Rena, Eduardo Luís, Patrícia Mirra, o pessoal da Antares, Carla Paes, Mairus Maichrovicz, Rodrigo Cabral, Gart Capote, Paulo Baratta, Cristiano Dias, Izabel Stilben, Debora Kiyono... e, me ajudando sempre que tem uma oportunidade: Lorena Boyer.

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (1)
Categoria: Dia a dia

fevereiro 13, 2005

Festa da Carne sem Carne

Ao sopé da Serra da Mantiqueira, a 20 quilômetros de Pindamonhangaba, se localiza um verdadeiro paraíso de paz, alegria e beleza. Onde mais eu poderia passar meu carnaval?

Se não me engano foram uns 16 anos desde que eu e meu irmão Paulo de Albuquerque fomos ao já extinto templo Hare KrshnaHoje na Rua Vilhena de Morais, 309, Barra da Tijuca. do bairro da Glória.

Lembro-me que o lugar era absolutamente adorável e que era difícil não simpatizar tanto com os tranquilos devotos quanto com o movimento em si.

Naquela época estudava muito acerca das religiões, seu papel na sociedade e sua importância para o indivíduo. Não sendo eu mesmo religioso, era complicado para alguns devotos de outras religiões não acharem um tanto incômoda a minha presença, entretanto nada disso parecia importar para os Hare Krshna.

Aprendi muito na leitura do segundo livro mais traduzido do mundo, o Bhagavad-Gita, como aprendi muito ao ler a Bíblia.

À época eu ouvira falar de Nova Gokula, entretanto não imaginava que algum dia teria a oportunidade de visitar o lugar.

Nova Gokula é uma comunidade na qual os devotos constroem suas casas e desfrutam, com suas famílias, de uma "vida simples com pensamento elevado" - como eles mesmos diriam. Trata-se de uma vila de devotos residentes dentro de um terreno belíssimo que se integra a área de proteção ambiental da Serra da Mantiqueira e que dá lugar aos belos ritos praticados por eles no magnífico tempo erigido em honra a Krshna.

Eu e Débora - que comemorou o aniversário lá mesmo - tivemos a oportunidade de ficar em um chalé distante dos outros, de frente para um lago, ao lado de um rio e de costas para um bosque. Para chegar ao chalé era preciso cruzar uma pequena ponte e, de noite, só a luz da Lua e das estrelas iluminava nosso caminho.

Havíamos fechado um pacote de viagem que incluía palestras, aulas de Yoga, instruções de meditação de diferentes tradições e toda sorte de outras diferentes atividades envolvendo Ayurveda, Xamanismo e muitas outras práticas e religiões com as quais tínhamos ou não afinidade ou curiosidade.

Apesar do perfil Nova EraNew Age: diz-se do comportamento de um grupo de pessoas que se dedica a prática de ritos ou cultos místicos de outras culturas ou da própria, sem distinções. do passeio, quem me conhece um pouco mais – ou lê este blog de vez em quando - sabe que respeito profundamente tradições religiosas, filosóficas ou científicas, identificando nelas mérito em vários níveis e entendendo como irrelevante as indisposições individuais minhas ou de qualquer um para com tais tradições.

O fato é que foi uma delícia passar estes cinco dias lá, foi maravilhoso comer da comida lacto-vegetariana condimentada que aquela gente simpática fazia para nós e foi fantástico praticar Yoga e Meditação no chão de um dos templos que nos cederam para usar, enquanto o Sol despontava por detrás das montanhas e a brisa da manhã nos fazia sorrir sem sentir.

Enquanto fazíamos os AsanasPosições ou exercícios usados na prática de Yoga, pavões andavam pelo gramado e, volta e meia, um bezerrinho resolvia se deitar para admirar aquela gente louca e suas macaquices.

Foi um carnaval de sonho e longe de tudo – nada que o Band Folia
Sim... eles mesmos!
não tenha tentado estragar ao querer entrevistar pessoas no meio da prática de Yoga (acreditem!) – e um exercício de desapego que abraçamos com deleite e tranqüilidade.

Fotos? Bom... levamos a câmera, mas esquecemos o módulo de memória CompactFlash, o que não nos permitiu fotografar. Mas, depois dessa injeção de paz de espírito e hospitalidade, fiz as pazes com a câmera do meu celular sem sinal e tirei umas poucas poses. Ok, ficaram mesmo parecendo aquelas fotos desfocadas que tiram de discos voadores e nada se vê. Prometo voltar lá com uma máquina fotográfica melhor!


Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Dia a dia

setembro 11, 2004

O saldo do feriado

Atendendo a inúmeros pedidos, entrei em contato com meu amigo, o Homem Bigorna, para saber como foi seu feriado após a madrugada de seis para sete de setembro.

Como cortesia, já que somos muito amigos, ele me permitiu publicar esta foto por aqui.

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Dia a dia

setembro 01, 2004

"Alea jacta est"

Sabe o que é mais engraçado?

Quando escrevi este título ele não foi nem em decorrência do assunto nem para atender a nada que já houvesse acontecido.

Na verdade eu sequer sabia seu significado antes de começar a escrever - por incrível que pareça.

A frase "A sorte está lançada" era minha conhecida de longa data, mas a atribuia erroneamente a Sherlock Holmes, o detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle.

Trata-se, na verdade, de uma frase proferida por Júlio César, supostamente quando Pompeu ordenou o regresso de suas legiões e proibiu sua candidatura ao segundo cargo de cônsul. Ao recusar-se a obedecer as ordens e a ser eliminado da vida política, atravessou o rio Rubicão, no norte da Itália, teria dito “Alea jacta est” – ou “A sorte está lançada” (o “The game is afoot”, de Doyle).

A lida, contudo, não deixa muito espaço para posts ao longo do dia e continuei aqui trabalhando.

Quando o sujeito chegou na empresa, com uma pilha de livros nas mãos, jamais imaginei que fosse me chamar. É um daqueles caras que perambula pela área executiva da empresa, conversando com os diretores e presidentes, cheio de mérito e experiência em sua carreira em Tecnologia da Informação.

Há uns seis anos o sujeito me emprestara um livro de Donald Norman, "The Invisible Computer", que me inspirou a desenvolver toda uma metodologia de projeto de interface com o usuário e, de muitas formas, mudou a forma de eu ver o as coisas.

"Bruno, vê se estes livros te ajudam aí. Esse aqui é bem legal, mesmo que você discorde do autor e tal. Sempre ajuda. Esse cara trabalhou comigo na Apple e foi ele o responsável pelo desenvolvimento da interface do MacOS."

Agradeci muitíssimo, claro. Perguntei se ele teria uma reunião aqui na empresa e ele disse que, na verdade, viera só para me entregar os livros.

Esse tipo de coisa me deixa muito feliz. Quando a gente menos espera alguém que consideramos admirável deixa claro que gosta do nosso trabalho.

Antes de ir embora ele disse: "Agora é contigo", ao que quase completei "Alea jacta est".

A realidade me surpreende...

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (1)
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agosto 28, 2004

A fruta não cai longe da árvore

Depois de tanto tempo trabalhando na frente de uma máquina a gente acaba se esquecendo de como é difícil fazer uma simples apresentação diante de um público de cem pessoas.

Felizmente tudo correu muito bem e eu e um dos diretores da empresa acabamos montando um show a parte e muito especial, simpático e não tão egocêntrico quanto se poderia esperar de uma empresa de serviços.

Foi bom, após a apresentação, perceber que algumas pessoas realmente viram algo de novo no que Fernando Vogt prometia em termos de Integração (EAI) e eu complementava com Engenharia de Usabilidade. Na última, até mesmo a relação entre uma e outra coisa ficou mais clara para o cliente - e até para nós mesmos.

Muito melhor foi perceber que a sensibilidade do pessoal de marketing da Intersystems, que resolveu chamar Luciana Mello para cantar seus hits de sucesso para um público que, embora pequeno e acanhado, ficou muito animado com sua presença.

Em determinado momento eu e Cristiano Dias ficamos nos perguntando, pessimistas, se era aquilo que a menina queria para a vida e para a carreira dela: tocar para um público não necessariamente interessado sob contrato fechado com uma empresa sem nenhuma afinidade intrínseca com a música ou a cultura.

Complexo, né? Pois é... essa gente pseudo-intelectual é assim, chatinha e pedante : )

Tudo foi esquecido e não houve mais qualquer espaço para comentários culturalmente engajados ou existencialmente interessantes após a menina no palco dizer: "Meu pai que me ajude aqui no palco então". Que surpresa!

A galera dançou que se acabou e sentimos falta de todos que não vieram e que sabíamos que iam adorar estar vendo aquilo, como o Rodrigo Cabral, a Patricia Mirra, a Vânia, a Adriana Moraes e a Danuza Calixto, que estavam engajados em outros projetos e empreendimentos.

Simpático como sempre, Jair Rodrigues se acabava no palco, com ajuda da filha, fazendo todo seu Misancene e, eventualmente, descendo do palco para dançar com o público.

A menina canta muito, como não podia deixar de ser... e a sensação foi muito boa em ver pai e filha ali, cantando juntos. De muitas formas isso como que acentuou a noção de que, por mais frio que seja todo o mundo corporativo, as relações de coleguismo, amizade, paixão e amor podem florescer e sobreviver ao processo, ao dia a dia, no fazendo de frutos de uma árvore que dá uma sombra gostosa e acolhedora.

Dá vontade de não cair longe dessa árvore, e de ter os colegas incidentais, as amizades conquistadas e as paixões contraídas, sempre perto, sempre presentes.

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
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agosto 27, 2004

There is no SPA

Eis que me encontro, a trabalho, no Guarujá.

Belíssimo hotel/SPA, horizontalizado, diferente, pé direito altíssimo, evento magnificamente engendrado pela Intersystems para divulgar seu banco de dados Caché e seu ferramental de EAI, o Ensemble.

Tudo lindo! O único problema é que, embora a piscina de água quente seja super convidativa e toda a infra do hotel, ligada ao entretenimento, seja impressionante, tenho tanto pra fazer e tantas palestras para assistir que não dá pra aproveitar lá muita coisa não.

Verdade seja dita, no entanto. A Intersystems foi extremamente sensível ao surpreender a seus convidados com a convincente maquiagem que fez em um dos salões do hotel. O botequim fake por eles arquitetado tinha cachaça na prateleira, mesinhas de madeira, toalhas quadriculadas e um trio que tocou e cantou música brasileira da melhor qualidade até uma da manhã de ontem.

Ponto pros gringos e para o pessoal de marketing da Intersystems Brasil.

Mais simpático do que a idéia do botequim encravado no meio do SPA de luxo só a figura de Paul Grabscheid posando de dono-do-boteco e varando a noite sem deixar a peteca cair, obviamente apreciando a música e a presença do que ele mesmo já chamou várias vezes de "sua família".

Uma vez que ontem tive pouca oportunidade de ficar para apreciar a música e o evento, espero que, hoje, dê para aproveitar um pouco mais.

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
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