Mudamos de Endereço

Migramos para novo endereço.

Alterem seus "Favoritos"!

http://www.brunoaccioly.com.br/

outubro 28, 2007

iPhone e MediaSnackers

Nick Haley, um devoto da Apple desde os 3 anos de idade - quando ganhou seu primeiro Mac - usa música brasileira (cantada em inglês) para produzir um comercial fictício do iPod Touch...

Resultado?

O rapaz de 18 anos de idade teve seu comercial comprado, foi levado pela Apple até Los Angeles e turbinaram o comercial em alta definição para ser exibido durante a World Series.

.

A banda brasileira, chamada CSS, segundo Haley, teve a música “Music Is My Hot, Hot Sex” escolhida graças ao trecho em que se diz: “My music is where I’d like you to touch.”

O rapaz achou até um tanto ridículo e improvável quando recebeu o e-mail que dizia: "Representamos a Apple, vimos o comercial que você produziu e gostaríamos de conversar."

Com a inclinação do espectador para ser um consumidor rápido - ou MediaSnacker - empresas vêm contratando material que reflete o comportamento deste publico, até mesmo compelindo, quem ainda não aderiu, a ir se enquadrando no perfil.

Bom? Ruim? Não sei. O comercial é bem rápido... uma drágea de propaganda, eu diria. Mas é bem dinâmico e passa a mensagem com grande simplicidade e sofisticação.

Será este o futuro da propaganda?... Interesssante...

Segue o vídeo produzido pela TBWA Chiat/Day:

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Produtos e Protestos

janeiro 26, 2007

"Super-Heróis e a Filosofia"

filosofia_superherois.jpg

O mercado de literatura informativa vem experimentando um fenômeno interessante enquanto a procura por uma disciplina considerada tão hermética começa a se tornar mais popular.

A Editora Madras vem lançando repetidamente títulos voltados para a Filosofia e vem verificando que a disciplina provoca curiosidade - sobretudo quando se trata de material produzido com a coordenação de William Irwin.

Irwin é o grande responsável pela edição de títulos que exploram a Filosofia como raíz das questões mais corriqueiras, sobretudo fazendo uso da arte e da cultura pop como veículo para tornar tais fundamentos mais claros para o leigo.

Em obras anteriores, Irwin e sua equipe revisitou o filme "Matrix", a série "Seinfeld", a hexalogia "Star Wars", Harry Potter, a "Familia Soprano" e "Buffy, a Caca Vampiros". Tudo no mais didático espírito de que a Filosofia deve buscar as pessoas onde elas estão, para que estas a compreendam e percebam sua importância.

Em "Super-Heróis e a Filosofia", William Irwin, Matt e Tom Morris reunem uma coletânea de textos que navegam pelo fenômeno cultural do Herói, passando pelo mérito e culto a estas Personas e derivando daí uma definição composta e elaborada do conceito de Super-Herói, bem como das virtudes e vícios que vêm a reboque deste conceito.

O livro reune textos primorosos e algumas perspectivas muito pessoais sobre um vasto conjuntos de aspectos destas personagens tão contumazes na literatura, quadrinhos, TV e cinema.

Longe de glamurizar uma forma menor de produção de subjetividade, "Super-Heróis e a Filosofia" tem a sensibilidade para olhar para além da tinta sobre o papel e não se furta a identificar valor, mérito e profundidade temática nesta forma ainda estigmatizada de expressão denominada história em quadrinhos.

Usando esta figura extrema que é o Super-Herói, dezesseis filosofos e varios especialistas em quadrinhos assinam os ensaios que discorrem acerca de Humanidade, Justica, Amor e Amizade, desvendando os porquês e nos convidando a uma expedição pelos nossos conceitos de Moral, Ética e Direito.

A beleza e a verdade expressa em algumas análises chega a ser comovente, em alguns momentos, mesmo quando passa por personagens menos populares, como é o caso da BatGirl, sobre a qual discorre James B. South.

Denúncias magníficas se fazem presentes em ensaios como "Sabedoria dos Quadrinhos", de Michael Thau, onde o autor aponta para uma das pouco percebidas inconsistências infantis presentes no cinismo e no relativismo moral em que estamos imersos e teimamos em perpetuar.

Parabéns à Madras, que vem tornando acessíveis essas obras que, cada vez mais procuradas, podem vir a mudar o panorama do que se pensa e do que não se pensa acerca de Filosofia - e Cinema... e desenhos animados... e Quadrinhos...

Não há protestos! Nem é preciso ser leitor de quadrinhos para comprar. A obra vale a pena e o preço esta mais que razoável.

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Produtos e Protestos

dezembro 04, 2006

...antes de empacotar!

Pois é! Está em todas as bancas uma publicação "300 Filmes para ver antes de Morrer", da Editora Globo, que abre com chave de ouro a Coleção Mente Aberta - um spin-off da seção da Revista Época.

E você nem precisa estar planejando passar dessa pra melhor pra poder usar como referência de fim de semana esse livrinho sensacionalmente bem diagramado, com papel surpreendentemente bom e com um conteúdo que leva o Selo Maron de Qualidade :-)

O Alexandre fala mais a respeito no site dele, mas o que eu já li do livro está escrito de forma bem clara, competente e instigante, fazendo a gente querer ver os filmes pelos méritos que eles têm, muito mais que porque um crítico A ou B falou que é bom ou por motivos datados.

Carinhosamente batizado pelo Lex Maron como "300 Textos para o Pessoal Escrever Antes do Maron Morrer", o projeto contou com a presença de "blogueiros" ilustres, como meu sócio Cristiano Dias, meu conhecido Arnaldo Branco e o autor do Trabalho Sujo.

Vale conferir o webSite extra-oficial do livro, feito pelo próprio editor e, sem pestanejar, correr pra banca, porque tá o bicho e tá saindo que nem pão quente, custa só R$ 19,90 e tem 200 páginas coloridas e de boa qualidade!

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (1)
Categoria: Produtos e Protestos

setembro 18, 2006

Filosofia - Ciencia&Vida

Sem criticar as publicações orientadas ao corpo, tecnologia e auto-ajuda - mas lembrando que estas três somam os seguimentos mais ofertados (e talvez mais procurados) nas bancas - Filosofia, da coleção Ciencia & Vida, vem oferecer o raro, com uma roupagem não-vendida e responsável sem ser elitista.

O momento não podia ser mais propício, a meu ver, diante do sucesso improvável da revista História e do fato de que peças de teatro, romances ficcionais e filmes vêm, cada vez mais, batendo na tecla ressonante da Filosofia.

Com textos entre o didáticos mas nada indulgentes a revista da Editora Escala - agora em seu segundo número - mostra a que veio ao mostrar os aspectos práticos da Filosofia, seu rigor contra-intuitivo na analise das questões, sua pluralidade e imparcialidade, sem contudo abrir mão do aspecto subjetivo e não necessariamente orientado a objetivos imediatos.

A revista eh uma janela entre-aberta e, arrisco dizer, uma das poucas saídas em um cômodo aparentemente hermético que nos encaixota em uma matriz reducionista e opressiva de hedonismo, pragmatismo fundamentalista e relatividade moral.

Não se abstendo de comentar a História da Filosofia - essencial para a compreensão e manutenção de conceitos já visitados e para fundamentar novas idéias - a revista navega com facilidade pelo ato de fazer Filosofia e pela filosofia da práxisAção de aplicar, usar, exercitar uma teoria, arte, ciência ou ofício., sua aplicacao direta ou indireta no mundo real.

Não por acaso, nos dois primeiros números menciona-se o advento da Filosofia Clinica, disciplina terapeutica com viés psicanalitico e claras heranças da Psicologia, que foi fundada por Lucio Packter - graduado em Filosofia pela PUC-FAFIMC, de Porto Alegre (RS) e coordenador dos cursos de pós-graduação em Filosofia Clinica da Universidade Moura Lacerda, em Ribeirao Preto (SP) e da Faculdade de Filosofia de Sao Miguel Arcanjo, em Anapolis (GO).

Com muita seriedade, inteligente ironia, uma pitada de sarcasmo, me parece que o material vá agradar desde o mais empedernido mecanicista científico até o mais fundamentalista religioso.

Por R$ 7,90, vale a pena ler algo de totalmente diferente sobre assuntos que são ou não lugar comum em outras revistas. O que vai te surpreender, arrisco dizer, é a riquiza de aspectos e a análise contra-intuitiva que o viés filosófico pode oferecer.

Não há protestos! Nota dez para a publicação, para a iniciativa e paro conteúdo!

O Ato Médico e o Ato Filosófico

O Ato Médico, projeto de lei que uma vez chegado ao Congresso, e se aprovado, tornaria privativos da classe médica todos os "procedimentos e diagnósticos" e "indicações terapêuticas" é o assunto de hoje. Se aprovado ameaçaria a sociedade com O Alienista, de Machado de Assis.

A idéia acendeu os desejos de outros setores. O Ato Enfermeiro proibirá as mães de curativos e relegará os Band-aids® às farmácias, mas nada poderá ser vendido em farmácia por causa do Ato Farmacêutico. De tanto não venderem nada, os farmacêuticos terão lesões na coluna, mas nem pensar em massagens porque o Ato Fisioterápico valerá em todo o território nacional.

O problema é que de tanta vigilância, os fisioterapeutas ficarão doidos e não poderão ir a um médico psiquiatra porque estará vigente o Ato Psicológico, pelo qual nenhum paranóico ousará paranóias como procurar gente desabilitada a lidar com isso, como um médico.

Nervosos, os médicos passarão a comer mal e pouco, mas não poderão fazer qualquer coisa, um vez que estarão condenados à alimentação eterna que iniciaram devido ao Ato Nutricionista. Os próprios nutricionistas não poderão explicar nada aos médicos, para não incorrerem em uma afronta ao Ato Pedagógico, que restringe o ensino aos professores.

Pena que, nessa altura, os professores já tenham morrido, em consequência do Ato Político que, por sua vez, agonizará pelo embate entre o Ato Econômico e o Ato Circense. Ninguém mais estará a salvo.

Os advogados serão impedidos de quase tudo pelo Ato de Direito, segundo o qual todo juiz prescindirá de advogados. Mediante o Ato Teológico os juízes serão proibidos de julgar, já que isso a Deus pertence. Mas o Ato Filosófico será supremo e cerceará a todos, já que ninguém poderá fazer algo sem o uso da razão, o que impedirá na prática a própria Filosofia.

Qualquer coisa que qualquer um faça será condenada pelo Ato dos Atos, que é o projeto de lei que proíbe todas as coisas mediante a suspeita de alguma coisa que possa invadir remotamente outra. Ninguém mais sairá de casa, ninguém dará mais um piu e juntos, em silêncio, todos aguardarão quietos, o Ato do Juízo Final.

Lúcio Packter
Filosofia - Ciência & Vida - Ano I - nº 2

Você quer saber mais?
Editora Escala . Filosofia Ciência & Vida . nº 1
Editora Escala . Filosofia Ciência & Vida . nº 2

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (3)
Categoria: Produtos e Protestos

abril 04, 2006

Sucesso Clandestino

Tem coisas e pessoas que a gente sabe que vão dar certo de imediato, não? Pois é! Eu, com as poucas certezas que me permito ter me espantaria é se esses dois aí não tivessem nascido um pro outro e se o negócio que abriram juntos fosse menos que Very-Cool!

Quando soube que meu primo e minha "prima" iam montar uma marca de roupas, tive aquela sensação gostosa que a gente tem quando sabe que alguém que a gente gosta muito vai fazer sucesso.

O nome? Clandestina.

O visual? Só posso dizer que é sensacional!

Com estampas sofisticadas, cores lindas, uma qualidade ótima em seus tecidos e muito bom gosto, a Clandestina, cada vez mais, ganha espaço no mundo da moda.

O começo é sempre difícil, mas, se você frequenta a Babilônia Feira Hype, muito dificilmente não viu um espaço ocupado por uma lorinha simpática e um sujeito bem apessoado - deve ser de família :-) - ambos dando a maior atenção para os clientes que, invariavelmente, ficam maravilhados com o cuidado dos dois na apresentação da marca.

O ponto de venda, irreverente, simula um mini-mercado - as camisas embaladas naquelas bandeijas de isopôr revestidas cuidadosamente com filme-plástico ou enroladinhas com carinho e colocadas naqueles tradicionais sacos amarelos onde são vendidos limões.

A marca e seus produtos, graças a eles, transpiram qualidade e criatividade, fugindo das tendências massificadas da moda e buscando uma narrativa própria, uma voz.

E essa voz-através-da-estampa, se faz ouvir pela leveza, irreverência e jovialidade, emprestando aos seus clientes a certeza de que tomaram pra si algo belo, de visual exclusivo e número limitado de peças para cada coleção.

Pra quem ficou com água na boca, vale entrar na Comunidade no Orkut ou dar uma olhada nos pontos de venda, listados ao fim do post.

Produto? Sim, é... mas com Arte! Protestos? Até agora nenhum!

Não acredita? Dá uma procurada então e depois me diz o que achou!


(foto alterada por motivos de diagramação)
Rio de Janeiro
Babilônia Feira Hype
Jockey Club - Gávea
das 14 às 22 hs - Fevereiro - 4 e 5 / Março - 11 e 12

DuRei Concept Store
R. Visconde de Pirajá, 444
loja 211 - Ipanema

Mise-en-scène
R. Visconde de Pirajá, 605
loja O - Ipanema

Fulanas Rua Dias Ferreira, 64
sala 205 - Leblon

Búzios
Global Connection
Rua das Pedras, 52
lojas 6 e 7 - Centro

Niterói
Lode
R. Cel. Moreira César, 300
loja 104 - Icaraí

São Paulo
Pala Pala
Alameda Lorena, 2138
Jardins

Curitiba
Wabi
R. Des. Costa Carvalho, 300
Batel

Observação:
Pra quem não sabe, foi a Patty Mirra que fez a logo da
 digitalorientedtechnologies

Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (1)
Categoria: Produtos e Protestos

dezembro 30, 2005

Scientific American Brasil

É delicioso quando uma editora resolve lançar algo que, normalmente, outras editoras acreditam que jamais seria bem aceito pelo consumidor. Vendendo ou não vendendo lá estão elas, nas bancas, as edições especiais da Scientific American Brasil cobrindo a vida e obra de dois dos mais influentes escritores de ficção científica.

Ambas as revistas, em bom papel e encadernação acima da média são simplesmente o melhor material, vendido em bancas, que já tive a oportunidade de adquirir, acerca de Arthur C.Clarke – que é co-responsável por "2001: Uma Odisséia no Espaço"; e Isaac Asimov – criador das três leis da robótica e responsável póstumo pelos filmes “O Homem Bicentenário” e “Eu, Robô”.

A revista dedicada a Arthur C.Clarke cobre sua vida, suas conquistas, previsões, visões de futuro e faz justiça a sua genialidade. O texto, pessoal e bem escrito lembra que Clarke sempre sonhou com uma humanidade “conectada”, como uma “grande família conversadeira”; desenvolveu o conceito de Realidade Virtual em 1965 – em seu livro “A Cidade e as Estrelas”; foi ousado em criar complexas criaturas alienígenas ainda ininteligíveis para muitos leitores e espectadores de “2001” e “Encontro com Rama”; inventou o conceito de satélite em um artigo para uma revista (presente na edição) quando mais novo e acabou tendo uma órbita da terra batizada com seu nome.

O autor e sua metafísica do homem destituído de sentido senão em escala cósmica estão descritos em cada uma daquelas folhas e é dada a devida importância à tradição de literatura filosófico/pragmática de Clarke, que se desenrola na edição especial de 98 páginas ricamente ilustradas e bem redigidas.

A edição que fala do prolífico e brilhante Isaac Asimov não deixa nada a desejar, o que era de se esperar, uma vez que fala de uma figura responsável pela publicação de quase 500 livros e centenas de artigos científicos e contos de ficção. Asimov combatia apaixonadamente, através de seus personagens, a intolerância e o absolutismo, não se furtando a usar de toda licença poética na qual se podia agarrar para deixar de lado os almejos puristas do escritor típico de Hard Science Fiction e abraçando não tanto a premissa de suas histórias quanto a mensagem que tentava passar.

Em sua edição, a Scientific American Brasil, mostrou a que veio, acentuando o projeto ambicioso de Asimov em desenvolver uma cosmogonia humana de 25 mil anos de evolução; a preocupação com a divulgação científica através de um sem número de publicações – como o formidável “O Colapso do Universo”; inventou a estrela de Nêutrons antes de sua comprovação teórica; criou as três leis da robótica – um verdadeiro cânone da Ficção Científica – e as transgrediu sempre que possível; viveu e escreveu a vida, deixando saudade pelos mundos que criou para que neles navegássemos.

As publicações são absolutamente impecáveis - falo como fã e como consumidor - e creio que, mesmo quem não gosta de ficção científica, deveria adquiri-las para aumentar sua cultura geral e entender melhor como a esta forma de literatura marginal acertou tanto e influenciou tanto os dias de hoje.


Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Produtos e Protestos

novembro 04, 2005

Perdendo a Linha!

O principal fornecedor de software do planeta Terra, que já está no mercado de hardware há algum tempo, faz de novo e coloca no mercado um mouse pequeno e notável para usuários de Notebook.

A tecnologia, de fato, é carismática; não raro compramos muito do que não necessitamos; e muitas vezes nos decepcionamos com a qualidade dos produtos adquiridos e percebemos que não atendem bem às nossas necessidades.

Dá pra destilar posts e mais posts a esse respeito e - ora, vejam - é exatamente o que venho fazendo. Mas é preciso dar a mão a palmatória quando um produto de qualidade chega às prateleiras, atendendo às necessidades de seus usuários.

O Microsoft Wireless Notebook Optical Mouse é a manifestação da máxima "A Forma segue a Função"! Com pouco menos de 10 por 6 centímetros e com 6 centímetros de altura, o ratinho, cheio de estilo, é um show de sofisticação, design e usabilidade!

Para começar, o equipamento não tem fios, o que é uma mão na roda, uma vez que ao fim do dia, costuma-se ter de enrolar tudo quanto é fio e infurnar dentro da maleta. Com o tempo o mal contato é inevitável, em mouses com fio.

O receptor se conecta a porta USB do laptop e se comunica com o mouse via ondas de rádio na faixa dos 27Mhz - permitindo uma distância de operação de até 1 metro e 80 centímetros (não que isso seja necessário na maior parte dos casos), mas bastante providencial para usar o equipamento em apresentações PowerPoint.

Brilhantemente, o receptor - que pode ser adaptado para diferentes geometrias e espaços do lado de trás do laptop - ao fim da sessão de trabalho, pode ser encaixado na parte de baixo do mouse, o que faz com que automaticamente desliga o mouse, economizando a pilha pequena (AA), que tem uma autonomia de 6 meses.

O próprio mouse controla seu consumo de energia, economizando a única pilha que utiliza quando não está em uso. Não se percebe nenhuma demora na saída do modo de espera, de modo que não há sequer meio segundo de perda de produtividade.

A falta de partes móveis na parte de baixo do mouse não é uma novidade, contudo é muito providencial para que um equipamento, que vive pra cima e pra baixo, tenha uma vida útil mais extensa.

Os mouses óticos, embora não sejam mais novidade, são ainda notáveis e tanto sua precisão quanto confiabilidade os tornam um dos grandes avanços, em termos de dispositivos de entrada, dos últimos anos.

Para os usuários de máquinas de mesa - desktops - a Microsoft oferece, em sua linha de hardware, dois mouses óticos sem fio, os irmãos mais velhos do ratinho em questão.

Sobre estes equipamentos - o Wireless Optical Mouse e o Standard Wireless Optical Mouse - não tenho muito a dizer, pois não os usei, mas o que posso dizer é que fiquei profundamente satisfeito com o rato novo!

Por R$ 165,00 no Edifício Central? Eu recomendo!


Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (3)
Categoria: Produtos e Protestos

fevereiro 16, 2005

Aventuras na História

Mesmo quem não conhece nada acerca de História, vai entender porque "Aventuras na História" é uma revista tão conceituada. Recém ganhadora do Prêmio Esso de 2004, por seu trabalho em Criação Gráfica, a revista vem mantendo uma qualidade ímpar no uso ousado e criterioso de diagramação, arte e fotografia para passar informação.

Quem ainda não leu e gosta de história devia ir à banca mais próxima o mais rápido possível o adquirir um exemplar. O texto é claro, bem cuidado e a redação e arte preocupada em manter-se interessante e instigante.

Além das muito bem feitas reportagens, a revista aponta, em cada reportagem, para fontes bibliográficas e livros nos quais mais informações podem ser conseguidas - o que é ótimo para estudantes e curiosos.

Não ficando apenas nos longos textos, a revista acha o lado divertido da História, disponibilizando várias sessões interessantes acerca da origem de frases, palavras, costumes e conceitos.

Trata-se de uma revista rara, no meio de tanta bobagem, sobretudo se você se interessa por história e não sabe por onde começar.

A Editora Abril oferece ainda toda uma gama de produtos associados aos temas, o que é muito bem explorado nas reportagens, através de quadros que explicam em quanto tais produtos se relacionam com o assunto.

Nas últimas páginas a revista trás ainda uma série de links muito úteis para os que costumam usar a Internet como fonte de pesquisa, como os endereços do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, A vida dos Jesuítas - dos arquivos da Biblioteca Nacional Portuguesa - e de fontes de pesquisa como o "Liberdade, Igualdade e Fraternidade - Explorando a Revolução Francesa".

Não há protestos a serem feitos a qualidade ou ao conteúdo. É uma das poucas revistas que eu assino... e eu assino embaixo.


Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (0)
Categoria: Produtos e Protestos

agosto 24, 2004

Dell D600 Laptop

"É a burrice estampada em todas as cores, em todos sabores" (Tom Zé)

É meu primeiro Laptop, ok. A gente nunca esquece... especialmente quando é um Dell D600, topo de linha de uma das mais promissoras e presunçosas empresas de hardware com fábrica no Brasil.

Uma vez que viajo bastante a trabalho, a empresa fez um contrato de comodato comigo deixando essa poderosa maquineta com 1 GigaByte de memória e processador Pentium IV.

Até aí tudo bem... são só nomes de produtos e números cabalísticos.

Com seis meses de uso, mais ou menos, o saldo é que todas as cores das quatro máquinas identicas que adquirimos estão com problemas: o prateado da console, a interface infra-red, o dispositivo bluetooth e o próprio monitor de cristal líquido!

Isso pra não falar do erro de projeto que resultou em um descanso de teclado que literalmente cozinha a mão esquerda do usuário - sério!

A máquina é fantástica em termos do que está funcionando, admito. Muito rápida e tudo que se espera de um Pentium IV com 1Gb de memória usando Windows XP.

Mas o acabamento é péssimo, muito próximo daquele plástico usado nas caixinhas antigas de McLanche Feliz ou na console do TK-82c, e a "fuzelagem" do aparelho é cheia de pontinhas e reentrâncias doidas pra quebrar na sua mão se você não tomar extremo cuidado.

O máximo! A máquina é super modular e todas as peças que funcionam estão ao alcance com facilidade por mil e uma portas. Mas eu não preciso trocar o que está funcionando... nem o suporte técnico.

Para ter acesso ao dispositivo bluetooth e substituí-lo por um novo, o pobre-homem teve de desmontar a máquina toda, trocar a plaquinha, montar tudo de novo só para perceber, após ligar a máquina, que o bluetooth continuava sem funcionar.

Solução? Trocar a placa mãe de todas as máquinas D600, operação esta que a Dell não efetuou, como prometido, na manhã de hoje.

Vou deixar pra outro dia a reclamação quanto a cor das consoles - até porque eles já sabiam muito bem que prata sobre material preto não resiste ao suor do mais asseado dos mortais!

Se você gostou do link para o panfleto do TK-82c, deve gostar dos links abaixo.


Bruno Accioly

Sarcasmeie você também (5)
Categoria: Produtos e Protestos